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Quebrando alguns ovos agosto 13, 2008

Posted by Gleibson Rodrigo "dartanham" in agile, gerência.
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Entre leituras de revistas de gerenciamento de projetos sobre alianças e minhas lembranças de experiências em outros projetos, acabei recordando alguns acontecidos referentes ao relacionamento dentro do projeto, entre a equipe e o gerente.

Em diversos meios de divulgação da profissão e da experiência em gerenciamento de projetos, vê-se claramente uma preocupação em manter alianças dentro dos projetos e sempre tratar bem todos os membros da equipe. Um detalhe, que algumas vezes é omitido ou esquecido quando se fala de equipe de projeto, é que algumas pessoas “pedem” para serem empurradas ou mesmo para levar aquela bronca da semana. Isso parece um tanto estranho, mas, algumas pessoas precisam de um supervisor (o chato) para que possam realmente produzir dentro daquele tempo dedicado ao projeto. O gerente passa a ser um capataz.Isso é extremamente comum em times de desenvolvimento de software principalmente em equipes heterogêneas.

Em conversas com alguns gerentes de projeto, os mesmos me confessaram que sentiam um certo receio de sempre chamar a atanção dos mesmos funcionários várias vezes durante a semana. A maior preocupação é de se tornar o gerente excluído da equipe, e segundo eles, isso realmente acontece. Esse tipo de comportamente da equipe de projeto pode ajudar, dependendo da relevância da opinião da equipe, a denegrir um pouco a imagem do gerente. Os gerentes com mais experiência não possuíam tanto receio, e o comentário geral é que em todo projeto, independente de sua natureza, sempre é preciso quebrar alguns ovos dentro da própria equipe do projeto para fazer o omelete.  O que faz com que esse tipo de situação não gere nenhum conflito pessoal dentro da empresa ou dentro do projeto é o simples apêlo para profissionalismo e uma boa dose de bom humor no trato com a equipe.

Então senhores, sejamos profissionais quando recebermos algum puxão de orelha do chefe, e quebremos alguns ovos para que o omelete fique cada vez mais saboroso.

Escolhendo ser ágil agosto 8, 2008

Posted by Gleibson Rodrigo "dartanham" in agile.
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Acabei de ver um dos vídeos disponibilizados por Vinícius Teles, da Improvit.

No final do vídeo acabei lembrando de diversos problemas e confusões enfrentadas quando à documentação em XP. Ao longo da minha graduação trabalhei em diversos projetos em que a equipe optou por utilizar metodologias ágeis. Em um desses projetos, bastante grande por sinal, a equipe inteira se comprometeu a realizar um workshop de metodologias, para entender qual delas se enquadrava melhor dentro da nossa realidade e dentro da natureza do projeto. Foi realizado um workshop com XP, RUP e PRO .NET. Em votação a equipe inteira optou por utilizar XP, porém, reaproveitar os modelos de documentos da metodologia PRO .NET, que são excelentes.

Um comportamente atípico, tendo em vista o que a maioria das equipes, daqui do Centro de Informática – UFPE, faz. Nossa equipe, da qual fui gerente, realizou um estudo bastante amplo da metologia, e realizou as apresentações para todos os envolvidos no projeto, o que resulta em uma equipe de 12 pessoas, que efetivamente colocariam a mão na massa para produzir o software e para rodar o XP. A maioria das equipes de alunos, e algumas vezes até de profissinais, escolhem utilizar XP apenas porque a mesma está sendo bastante discutida no meio de desenvolvimento de sofware, e opta-se por utilizar uma coisa nova.

A principal questão é um detalhe capaz de arruinar qualquer estudo, o senso comum. A própria equipe possui porquíssimo, ou nenhum, conhecimento a respeito da metodologia que vai utilizar. Em pesquisas mais rápidas, devido ao prazo do projeto, encontram pela web diversas pessoas comentando que metodologias ágeis são muito defazadas em documentação e que em metodologias ágeis não precisa-se documentar nada. Quando o projeto fracassa a própria equipe argumenta que a culpa foi da metodologia que utilizaram, que não previa nenhum tipo de documentação. Esse comentário contamina os semestres anteriores, que entram na disciplina decididos por não utilizar XP porque a mesma não prevê documentação e muitos projetos já fracassaram com ela.

A incompetência e irresponsabilidade de diversos profissionais e estudantes acaba criando um senso comum perigoso em torno das metodologias ágeis como um todo. Isso acaba por dificultar ainda mais a entrada de metodologias ágeis em empresas de sofware mais tradicionais. O que gera uma richa, desnecessária, entre ágeis e tradicionais.

O mundo de software já é maduro o suficiente para entender que as coisas podem até funcionar bem sozinhas, mas quando estudos sérios, são unidos com resposabilidade e talento, podemos conseguir resultados ainda melhores.

Fica um apelo de um gerente que adota metodologias ágeis: No momento em que vocês optarem por serem ágeis, sejam responsáveis na utilização e na pesquisa. Não culpem a metodologia pelo fracasso no projeto. No máximo, a culpa foi de ter escolhido utilizar metodologias ágeis onde as mesmas não se encaixavam.

Olá pessoal! julho 25, 2008

Posted by Gleibson Rodrigo "dartanham" in Informes.
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Olá navegantes da internet.

A bastante tempo tive essa vontade de criar um blog e postar meus conhecimentos para toda a comunidade na web, para assim ter oportunidades de aprender, pois, como vocês sabem, sempre existem alguém de TI que sabe mais do que sabemos.

Resolvi tomar coragem e executar essa minha vontade antiga. Como o título sugere, esse blog é para os profissionais de qualquer área dentro de TI que “fazem chover”. Vou colocar tutoriais mais técnicos e coisas não tão técnicas que aprendi ao longo da minha graduação e experiências.

Sou graduando, nono período, em Ciências da Computação no Centro de Informática da UFPE. Atualmente sou gerente de um projeto de pesquisa que conta com diversos colaboradores não remunerados, o que com certeza dará margem a muitas pubicações sobre como motivar pessoas não remuneradas. Adianto que já estou aprendendo bastante. Tenho interesses na área de gerência de projeto, processo de desenvolvimento de software, metodologias ágeis, testes de software, web applications e inovação em negócios de TI.

Ao longo da graduação passei por diversas experiências, que pretendo compartilhar com todos vocês. Mas, para o primeiro post, vou ficando por aqui. Em breve (quem sabe ainda hoje), vou publicar minhas experiências, e espero ser bem acolhido pela blogsfera

Atenciosamente

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